terça-feira, 29 de maio de 2012

A HISTÓRIA DA ÁFRICA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA EM SALA DE AULA

Considerações no contexto de formação[1]
A valorização da cultura afro no espaço escolar também
é atribuição docente.
A aprovação da Lei 10639/2003, que instituiu os trabalhos com a história e a cultura africana no currículo escolar, suscitou uma série de debates a cerca do conteúdo, das competências e habilidades demandadas por esse dispositivo legal. Requereu-se das escolas, e dos docentes, um novo posicionamento frente à temática. No entanto, são muitos os desafios que se interpõem a uma efetiva prática docente no sentido de tornar a Lei exequível. Reconhece-se, todavia, a disposição da Lei em impor um deslocamento da visão simplista com que se tem pensado a questão negra no Brasil em favor de um posicionamento que reconheça o papel do negro na constituição do país; que torne visível o racismo, para poder combatê-lo; que reconheça toda a diversidade cultural, e a contribuição das matrizes africanas para com essa diversidade. Nesse sentido, ao se propor essa temática como foco de discussão para esse nosso encontro se pretende que aqui, no encontro de professores e professoras da área de história, possamos problematizar a nossa prática e, ao mesmo tempo, formular pressupostos de superação dos dilemas relacionais à questão negra na sala de aula.
Marc Ferro (1983) afirma com muita propriedade que “a imagem que fazemos de outros povos, e de nós mesmos, está associada à história que nos ensinaram quando éramos criança”, segundo o historiador, essa história ensinada desde cedo “nos marca para o resto da vida”. É evidente, portanto, que a forma como a sociedade brasileira pensa o negro em nosso país está relacionada com a nossa própria prática de ensino, como ensinamos nossos discentes, inclusive negros, a pensar o negro. Nesse sentido, várias são as questões que poderiam ser propostas para a problematização da nossa prática pedagógica. De início, é preciso admitir que a Lei 10.639/2003 foi criada num contexto de política afirmativa, ou seja, a sua edição visou, antes de tudo, corrigir uma falha do próprio sistema de ensino que, na visão dos seus idealizadores, tinha uma dívida histórica para com os afro-descendentes. E essa dívida, verdade seja dita, foi construída com a nossa contribuição, historiadores que, mais de uma vez, fomos envolvidos num projeto de nação pensada a partir da Europa. 
Um dos aspectos a ser debatido diz respeito aos padrões estéticos.
É preciso valorizar a beleza negra. É preciso deixar o negro aparecer.
Para Ciro Flamarion Cardoso (1988), até a primeira metade da década de 80 do século XX a história fazia uma representação marginal do negro. Analisando os trabalhos de historiadores como Caio Prado e Celso Furtado, em relação aos quais há quase uma unanimidade quanto a importância dos seus trabalhos para o entendimento da história do Brasil, Cardoso avalia que o negro aparece nessas escritas da história como acessório de determinados modelos de produção econômica. O ponto de partida, quando se fala do negro, não é o negro enquanto sujeito da história, mas o negro enquanto mão-de-obra, eixo temático das narrações históricas. Para o autor, houve uma tendência de explicação da produção econômica no Brasil, que empregava mão-de-obra escrava, como se a dinâmica em todos os lugares seguisse o mesmo padrão, variando apenas o tipo de atividade desenvolvida, e não os diversos contextos. Para ele, esse modelo de narração histórica deveria considerar, primeiramente “a diferenciação das estruturas produtivas baseadas no trabalho escravo”. (CARDOSO, 1988:35).
Para Cardoso (op. cit.) haviam graves lacunas na historiografia brasileira no que diz respeito ao escravo e à escravidão. As lacunas, por si, indicam uma tendência de marginalização da história da escravidão e do escravo. Não interessa os marginais. Interessa a economia e o colonizador; depois, com a independência e com a República, interessava o progresso e uma identidade nacional, livre desse mal que antes havia sido necessário. 
Estabeleceu-se a Lei como tentativa de reparação da dívida do próprio Estado para com milhões de brasileiros. Mas, como sabemos, uma coisa é a Lei, outra as possibilidades para a sua aplicação. Desse modo, duas questões se impõem: a formação docente do profissional da área de história e o material didático disponibilizado nas escolas para se trabalhar com essa temática. 
No que diz respeito à formação docente, nesse aspecto é deficiente porque somos professores eurocentristas porque nossa formação também o foi. O modelo de história antiga, média, moderna e contemporânea segue a noção de progresso contínuo da civilização branca européia; e depois, essa forma de pensar a história no espaço acadêmico foi transposta para o espaço da sala de aula, de modo que seguimos, em nossas aulas, o mesmo modelo de ensino que, salvo poucas exceções, nos foi imposto durante a nossa própria formação. 
Especialista em estudos afro, Munanga Kabengele (2005) considera que a formação de professores que não tiveram em sua base de formação a História da África, a cultura do negro no Brasil e a própria história do negro de um modo geral se constitui no problema crucial das novas leis que implementaram o ensino da disciplina nas escolas. E isso não simplesmente por causa da falta de conhecimento teórico, mas, principalmente, porque o estudo dessa temática implica no enfrentamento e derrubada do mito da democracia racial que paira sobre o imaginário da grande maioria dos professores.
Muito reproduzida nos livros didáticos, essa imagem que inferioriza
o negro possibilita a discussão sobre sua função enquanto mediadora
de aprendizagem.
No que diz respeito aos livros didáticos e a forma como abordam a história e cultura afro, além circunscrever a temática a poucas linhas ainda a apresentam sob um viés europeu, bem próprio do que Edward Said chamou de orientalismo[2]. Esse ciclo, formação e material de apoio ao trabalho docente se fecha quando olhamos para a produção acadêmica que se põe como suporte à formação continuada. Nesse caso, existem vários artigos, livros e pesquisas que discutem a formação de professores (CATANI, 1997; BRZEZINSKI, 1996; BUENO; CATANI; SOUSA, 1998; PIMENTA, 1995; NÓVOA, 1992; PERRENOUD, 2002), mas muito pouco no que se refere à articulação desta com a Cultura e História Negra e Africana. Isto se deve ao fato de que cursos desta natureza ainda são incipientes no quadro educacional brasileiro e só passaram a ter relevância no momento em que obtiveram o status de obrigatórios, instituído pela Resolução nº 01/04 do CNE, que exige a inclusão da temática tanto na formação inicial como na formação continuada de professores. 
É preciso ponderar, no entanto, que se há uma dificuldade de acesso a informações escritas sobre a África, e sobre a própria história cotidiana, e de resistência dos negros no Brasil (CARDOSO, 1988:41), então vias alternativas fazem-se necessárias. O conhecimento da história e valorização da cultura afro só se desvela a partir de fontes e leituras alternativas. Só se acessa a história dos marginais (SCHMITT, 2001) quando há uma alteridade que desloca a oposição do seu nível hierárquico para um novo sentido em que a descoberta da diferença não implique juízo de valor. 
Toda sociedade tem, em seu interior, os seus marginalizados, aqueles aos quais se nega o direito à história. Assim, quando se tem como objeto os negros, ou uma minoria, a temática em questão é a história marginal, porque foram excluídos da história. A resignificação da nossa prática, o que também pode ser feito a partir desses momentos formativos, deve contribuir para com a visibilidade destes segmentos negados pela tradição histórica.
Bibliografia:
BRZEZINSKI, Iria. Pedagoga, pedagogos e formação de professores: busca e movimento. Campinas: Papirus, 1996. 
BUENO, Belmira Oliveira; CATANI, Denice Barbara; SOUSA, Cyntia Pereira. A vida e o ofício dos professores: formação contínua, autobiografia e pesquisa em colaboração. São Paulo: Escrituras Editora, 1998.
CARDOSO, Ciro Flamarion. A escravidão no Brasil: novas perspectivas. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 1988.
CATANI, Denice Barbara. (Org.) Docência, memória e gênero: estudos sobre formação. São Paulo: Escritura, 1997.
FERRO, Marc. A manipulação da história no ensino e nos meios de comunicação. São Paulo: Ibrasa, 1983.
NÓVOA, Antônio. Formação de professores e profissão docente. In: NÓVOA, Antônio. Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992. 
PERRENOUD, Philippe. A prática reflexiva no ofício de professores: Profissionalização e Razão Pedagógica. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.
PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? São Paulo: Cortez, 1995.
MUNANGA. K. Lei 10.639/03: depoimento. In: CASTRO, Fabio de. Entrevista. São Paulo: 2005. Disponível em: . Acesso: 29 abr. 2012.
SCHMITT, Jean-Claude. A história dos marginais. In: LE GOFF, Jacques.  A História Nova. São Paulo: Martins Fontes, 1993.


[1] Texto elaborado para o 3º encontro de 2012 dos professores em formação, 4ª ure, Marabá. Também disponível em: www.amigodahistoria.blospot.com.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Normas de Funcionamento Laboratório de Informática

E.E.E.M. MACÁRIO DANTAS

NORMAS DE FUNCIONAMENTO
DO
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

São Geraldo do Araguaia - Pa, 24 de fevereiro de 2010.


LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
POLÍTICA DE FUNCIONAMENTO

O Laboratório de Informática constitui uma importante infra-estrutura e funciona como instrumento de apoio para as atividades  desenvolvidas na escola.
O Laboratório de Informática da E.E.E.M. Macário Dantas oferece espaço e equipamentos de informática e multimídia para atividades de ensino, pesquisa e extensão, que visem especificamente:
·         Estimular e promover o conhecimento das tecnologias informatizadas aplicadas à comunicação e ao aprendizado em geral dos alunos;
·         Desenvolver projetos de pesquisa individuais ou coletivos;
·         Promover a interação das atividades desenvolvidas na escola;
·         Dar o suporte aos conteúdos trabalhados nas disciplinas;

1 – Horário de Funcionamento
O horário de funcionamento turno da noite:
Segunda a Sexta-feira: entre das 19:00h às 22:00h
 
Durante este horário a sala tem sempre a assistência de um coordenador.
 
2 – Área de Trabalho

1.         O uso do laboratório deverá ser agendado com antecedência, na Coordenação do laboratório;
2.         Todo usuário do laboratório deverá obedecer ao cronograma de agendamento para  utilização do laboratório,  
3.         É proibido a todos os usuários copiar os softwares existentes no laboratório, bem como seus discos de instalação, exceto aqueles que são de Domínio Público;
4.         É proibida a utilização de softwares de jogos;
5.         É proibida a divulgação da senha de acesso (password) específica do usuário para outros;
6.         É proibida a utilização do laboratório para efetuar trabalhos de natureza particular;
7.         É proibido alimentar-se no laboratório, bem como portar alimentos;
8.         É proibido aos usuários  utilizar o computador servidor;
9.         É proibido aos usuários e monitores modificar as instalações físicas do laboratório;
10.     É proibida a retirada de qualquer hardware ou software do laboratório sem autorização por escrito da coordenação.
11.     Não é permitido utilizar qualquer destes recursos para fins ilegais ou criminais;
12.     Todos os usuários são responsáveis pelo uso correto dos equipamentos (hardware e software) e da rede;
13.     Qualquer usuário que encontrar um possível problema de segurança é obrigado a reportar  ao coordenador;
14.     .O usuário deve estar ciente que os coordenadores  fazem checagem periódicas de segurança, incluindo-se verificação de senhas.
15.     Mensagens de correio eletrônico são particulares. Qualquer tentativa não autorizada de ler e-mail alheio será tratado com o máximo rigor;
16.     Não é permitido o uso da conta de e-mail para o envio de spam (e-mail não solicitado enviado a um grupo de pessoas, contendo em geral propaganda ou convites para participação de pirâmides. Mensagens inúteis de alerta (como os "vírus de e-mail") também serão punidas;
17.     Não é permitido o uso dos recursos para o armazenamento e divulgação de informações ilegais (do tipo "como fabricar bombas caseiras" ou falsificar cartões de crédito). O mesmo se aplica à material de teor pornográfico;
18.     O usuário deve estar ciente que suas ações podem ser monitoradas caso haja suspeitas de mal-uso dos  recursos;
19.     Não é permitido a instalação, uso e divulgação de softwares ilegais, ou não
licenciados, nas estações do laboratório;
20.     O laboratório só poderá ser utilizado com a presença do coordenador ou na sua falta pelo professor(a) ou equipe técnica da Escola, que se responsabilizará pela utilização adequada do ambiente.

3 – Problemas
Todo e qualquer problema deve ser comunicado, de imediato, ao coordenador, com vista à resolução do mesmo com a maior brevidade possível.

4 – Cumprimento das Normas       
            O NÃO cumprimento destas normas pode levar à proibição da utilização do Laboratório de Informática.
5– Disposições Gerais
Os casos de omissão serão resolvidos pela Direção da Escola juntamente com a coordenação do Laboratório.



______________________________________
Marcilene Boges da Silva cardoso
Diretora


_________________________________________
Silvio Charles P. Marinho
Coordenador Laboratório de Informática.

Plano de Ação Laboratório de Informática 2012

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ
SECRETARIA EXECUTIVA DE EDUCAÇÃO
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO MACÁRIO DANTAS



Diretora: Macilene Borges da Silva Cardoso
Coord. Laboratório: Silvio Charles Pereira Marinho




PLANO DE AÇÃO 2012.



Público alvo:

Professores, alunos do Ensino Médio, Orientação Educacional, Supervisão, Coordenação, Pessoal Administrativo e Apoio e  Comunidade Escolar.

A Escola possui:

05 turmas no período matutino
09 turmas no período vespertino
09 turmas no período noturno

Horário de Atendimento:

Turno de funcionamento: Período noturno de segunda a sexta feira.



INTRODUÇÃO



         A informática educativa vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário educacional. Sua utilização como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vem aumentando de forma rápida entre nós.  Nesse sentido, a educação vem passando por mudanças estruturais e funcionais frente a essa nova tecnologia.
         Atualmente estamos nos beneficiando dessa alternativa didática que vem proporcionando a toda comunidade escolar uma maior dinamização do ensino aprendizado.
         Diante dessa nova situação que é a inserção da informática nas escolas é necessário que professores, alunos, coordenadores, diretores e toda comunidade escolar, incorpore essa nova forma de ensinar a cultura escolar, combatendo as tendências de isolamento dos diferentes setores, e propiciando  interação e socialização dos benefícios da informática educativa no cenário educacional.
         Mas temos consciência que esse trabalho só se concretiza quando o professor domina os conceitos e as práticas relacionadas com a tecnologia, transpondo-os para o seu trabalho pedagógico e aplicando no cotidiano da sala de aula. Pois de nada adianta uma escola estruturada com estes ambientes pedagógicos, se os profissionais não tem interesse e domínio dessa tecnologia.


JUSTIFICATIVA

         Os avanços da tecnologia vem proporcionando a humanidade vislumbrar um mundo de possibilidades até então inimaginável, o advento da Internet e os ambientes educacionais vem proporcionando uma ferramenta ágil e eficiente na difusão do conhecimento.
         Nossa escola possui um laboratório de Informática com 15 computadores com distribuição completa da plataforma LINUX EDUCACIONAL 3.0 interligado na Internet através do sistema GESAC.
         Dessa forma, vê-se o desafio apresentado a escola em dar  encaminhamento melhor a esse projeto que visa inserir o educando das escolas públicas  no mundo da tecnologia digital.
         A informática faz parte da cultura contemporânea e a escola tem um papel fundamental de propiciar o acesso dos alunos a essa nova tecnologia e as suas linguagens.
         De modo geral, a informática está sendo gradativamente introduzida nas escolas, e não podemos deixar que os alunos da nossa comunidade fiquem a margem desse processo. Nesse sentido, é de interesse da E.E.E.M.   Macário Dantas criar um espaço especial para aplicação da informática educativa. Assim, o laboratório de informática com conexão a Internet, abre a viabilidade de desempenhar essa imprescindível função sócio-educacional.

         
OBJETIVO GERAL

·        Disponibilizar a alunos e professores mais um recurso didático pedagógico para o enriquecimento do processo ensino aprendizagem, utilizando a informática como eixo de ligação na construção de um trabalho interdisciplinar;
        

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

·        Sensibilizar e motivar professores, diretores, mediadores para o uso da informática educativa como ferramenta didática na constituição do conhecimento.
·        Possibilitar aos educadores o conhecimento do ambiente Proinfo através de capacitação promovido pelo NTE – Marabá – Pa.
·        Capacitar alunos monitores para auxiliar no laboratório de informática.
·        Despertar o interesse dos alunos pela informática educativa.
·        Integrar a Informática educativa com maior número de professores em projetos educacionais possibilitando a interdisciplinaridade.
·        Divulgar trabalhos e projetos escolares de professores e alunos no ambiente da Web.
·        Reconhecer o laboratório de informática como ambiente de aprendizagem, um local de desenvolvimento coletivo de projetos interdisciplinares da comunidade escolar.
·        Oportunizar a comunidade externa a utilização dos recursos tecnológicos visando a democratização do conhecimento das tecnologias necessárias ao mundo globalizado.
·        Empregar a informática como agente interdisciplinar para a operacionalização dos componentes curriculares pelo método do aprender fazendo;
·        A utilização da tecnologia na educação proporcionando mudanças de valores e atitudes, levando o educando a reflexão-ação, ao construir seu próprio conhecimento;
·        Utilizar a informática como mecanismo de divulgação do trabalho escolar, inserindo a E.E.E.M. Macário Dantas no mundo digital;

METAS

     A referida proposta pedagógica terá como meta incorporar a perspectiva dos alunos e professores de interagirem com o computador através da elaboração e da concretização dos projetos da escola, bem como participar de pesquisas escolares e aulas práticas com softwares educacionais disponíveis no laboratório.


PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

·        Criação de atividades escritas (utilização de editores de textos e planilhas eletrônicas)
·        Desenvolvimento dos projetos trabalhados na escola (edição de textos, pesquisa na Web, relatórios, planilhas, gráficos etc...)
·        Desenvolvimento e manutenção do Blog da Escola para divulgação da escola (atividades, objetivos, eventos, informativos, links etc.)
·        Vale ressaltar que, será planejado por turmas o acesso ao laboratório, pois só dispomos de 15 computadores e 30 monitores  para o atendimento de todos. Assim o meio mais viável  e organizado para contemplar o desenvolvimento dos projetos é o agendamento das turmas.

RECURSOS

·        Ambiente de Laboratório de Informática:
 computadores (15) quinze; monitor (30) trinta,  impressora (01); Internet  (01) um,  Data Show (01) um.
·        Recursos humanos:
Grupo de trabalho para confecção de projetos educacionais envolvendo as diversas áreas e projetos comunitários, dentre outros;
·        Recursos Didáticos (Softwares e Hardwares):
Buscar junto ao NTE – Seduc, softwares educacionais para utilização do nosso laboratório.
·        Manutenção dos Equipamentos:
Acompanhamento técnico do NTE/4ª URE na manutenção e aprimoramento de computadores e periféricos disponíveis e necessários à adequação funcional do laboratório.

AVALIAÇÃO


     A avaliação deverá se dá no processo, sendo observado tanto pelo coordenador do laboratório quanto pelo professor que estar a frente do projeto, o conhecimento e habilidade adquirido pelo aluno na realização das ações propostas.



CRONOGRAMA ANUAL DE ATIVIDADES 2012


METAS/AÇÕES 2012
FEV
MAR
ABR
MAI
JUN
AGO
SET
OUT
NOV
DEZ
Divulgação em sala de aula das atribuições, realizações e pretensões do laboratório de informática



X







X




Divulgação e elaboração de atividades a serem desenvolvidas mensalmente



X



X



X



X



X



X



X



X



X



X
Divulgação das normas e condutas do Laboratório de informática


X









Divulgar as ações pedagógicas da Escola através do Blog



X



X



X



X



X



X



X



X



X



X
Seleção de alunos monitores

X









Acompanhamento dos projetos interdisciplinares desenvolvido no laboratório



X



X



X



X



X



X



X



X



X



X
Preparação dos alunos monitores

X

X








Acesso a Internet para pesquisas por alunos e professores – acompanhamento dessas pesquisas




X




X




X




X




X




X




X




X




X




X
Atualização e instalação de novos softwares


X

X





X


Obtenção de softwares educativos


X





X



Manutenção e atualização do blog da Escola

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X
Relatórios semestrais de utilização do laboratório





X





X
Solicitação de manutenção periódica  ao NTE/Técnico 4ª URE quando necessário


X


X


X


X


X


X


X


X


X


X
Zelar pela integridade e funcionamento das máquinas disponíveis no laboratório.



X



X



X



X



X



X



X



X



X



X
Capacitação dos alunos para utilização do programa de história em quadrinho HagaQuê.







X






X




Acompanhamento das turmas com atividades interdisciplinares nos horários vagos.


X


X


X


X


X


X


X


X


X


X
Acompanhamento de ações dos projetos contemplados no PPP – (leitura e produções).



X


X


X


X


X


X


X


X


X


X


BIBLIOGRAFIA


Endereço eletrônico do PROINFO: www.proinfo.gov.br

Portal de Inclusão Digital ID BRASIL:www.idbrasil.org.br

Portal do Ministério da Educação (MEC): www.mec.gov.br

Ambiente virtual de aprendizagem E-PROINFO – Curso  Mídias na Educação (www.eporinfo.mec.gov.br)

BORBA, Marcelo C. e PENTEADO, Miriam Godoy – Informática e Educação Matemática – Coleção tendências em educação Matemática – Autêntica, Belo Horizonte – 2001.

GOUVÊA, Sylvia Figueiredo - Os caminhos do professor na Era da Tecnologia – Acesso Revista de Educação e Informática, Ano 9 – número 13 – abril 1999.