terça-feira, 3 de setembro de 2013

Educação Profissional

Pronatec oferece cursos técnicos em várias áreas; inscrições até o dia 16

Terça-feira, 03 de setembro de 2013 - 16:42


Joinville (SC), Caxias e Bento Gonçalves (RS), Foz do Iguaçu e Curitiba (PR) são exemplos de cidades dos três estados da região Sul que oferecem múltiplos cursos técnicos para jovens e adultos que tenham concluído o ensino médio. Toda a formação, que varia de 800 a 1,2 mil horas, é gratuita pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) do Ministério da Educação.  As inscrições podem ser feitas até 16 deste mês, pela internet.

Os municípios de Joinville, Caxias e Bento Gonçalves, que são polos regionais, se destacam no conjunto de cursos do Pronatec pela variedade de áreas. A oferta abrange metalurgia, refrigeração e climatização, eletrônica, plásticos, mecânica, design de móveis. Em Bento Gonçalves, o Senai tem vagas para curso técnico de mecânica no turno da manhã; em Caxias, no curso de eletrônica no turno da tarde.

Já em Foz do Iguaçu é ampla a oferta de cursos de informática – programação de jogos digitais, informática para a internet e computação gráfica são exemplos, além de paisagismo, hospedagem, desenho de construção civil, entre 12 opções, todos pelo Pronatec. Município do oeste paranaense, Foz do Iguaçu faz fronteira com três cidades no Brasil, três no Paraguai e uma na Argentina.

Londrina, que é polo do norte central paranaense, e faz divisa com nove municípios – entre eles, Apucarana, Arapongas e Sertanópolis – tem vagas em 11 cursos do Pronatec, com destaque para o setor de saúde: vigilância em saúde, gerência de saúde, citopatologia, agente comunitário de saúde, análises químicas. Ainda na região Sul há vagas em cursos como logística, edificações, segurança do trabalho, guia de turismo, estética, enfermagem, podologia, eventos, paisagismo, agrimensura, trânsito, automação industrial.


Pelo país – Existem vagas para cursos técnicos gratuitos em cidades das cinco regiões do país. Para concorrer, o candidato deve ter feito o ensino médio em escola pública ou na rede particular com bolsa integral. A consulta por vaga deve ser feita pelo interessado diariamente, pois a garantia de ocupação só é conseguida pelo aluno quando ele faz a matrícula.

Quando o inscrito não faz a matrícula no prazo de dois dias úteis após a inscrição, a vaga retorna para o sistema e é aberta novamente. As vagas são remanescentes do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). O Sisutec fez seleção pelas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Pronatec preenche as vagas por ordem de inscrição, desde que o candidato tenha certificado do ensino médio de escola pública ou de estabelecimento particular com bolsa integral.

Documentos – Para fazer a matrícula, o candidato deve levar os originais e cópias dos seguintes documentos:
  • Certificado de conclusão do ensino médio
  • Histórico escolar do ensino médio
  • Certidão de nascimento ou de casamento
  • Carteira de Identidade, ou carteira de trabalho, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), passaporte ou carteira de identidade profissional.
  • Cadastro de Pessoa Física (CPF)
  • Título de Eleitor e comprovante de votação (primeiro e segundo turnos) ou documento oficial de justificativa por não ter votado – para maiores de 18 anos
  • Certificado militar, para maiores de 18 anos e do sexo masculino
  • Comprovante de residência
  • Uma foto 3x4, recente.

A inscrição deve ser feita na página do Pronatec na internet. Ali, o candidato encontra dados como a instituição responsável pelo curso e certificação, o número de horas de cada curso, o turno em que é oferecido, a data de início e de término da formação.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

5º Concurso de Blogs das Escolas Públicas

5º Concurso de Blogs das Escolas Públicas de Marabá e Região

Já estão abertas as inscrições do 5º Concurso de Blogs das Escolas Públicas de Marabá e Região. Os blogueiros que estudam nas escolas públicas da regional da 4ª URE podem atualizar seus blogs e se inscreverem no maior concurso de blogs do estado. Parece que foi ontem, mas já são cinco anos ofertando oficinas e estimulando a criação de blogs na região, além do que vários alunos e professores foram premiados graças a utilização de sua criatividade na web. Agora chegou a sua vez! Leia o regulamento, faça sua inscrição e divulgue seu blog. E se ele for um dos melhores você poderá estar recebendo no fim de novembro um bom prêmio como recompensa por utilizar o blog como ferramenta educacional. Divulgue na sua escola e entre seus amigos e vamos juntos...


quinta-feira, 2 de maio de 2013

É lançado o Linux Educacional 5.0 



Para aqueles que já estão se habituando em trabalhar com tablets e com smartfones e gosta do layout do Sistema operacional desses aparelhos não terão problemas como o Novo Linux Educacional 5.0. Foi lançado ontem a nova versão do Sistema Operacional que é preparado especialmente para as escolas públicas brasileiras.

veja abaixo a algumas informações a respeito do LE 5.0 diponibilizada no site do Grupo de Pesquisa que desenvolveu o projeto

Novo ambiente de interface e interação
  1. Visualmente o LE 5.0 segue a tendência das interfaces de dispositivos móveis e dos sistemas operacionais mais novos: contém menos apelos visuais e teve os ícones simplificados;
  1. As cores foram escolhidas pensando no conforto de leitura, com ênfase nas cores já utilizadas pelo MEC. O verde segue como cor principal;
  1. A Edubar também foi simplificada. Além disso, as cores foram alteradas para que os ícones pudessem ser facilmente identificados;
  1. Novos ícones foram inseridos na barra de aplicativos, mesclando o visual padrão do Gnome com o do LE;
  1. A busca e a ativação dos aplicativos pelo usuário são feitas de modo mais direto e facilitado, aproveitando recursos de estruturação e de busca do Gnome presentes nos dispositivos móveis.
  1. Adicionalmente, o papel de parede conta com uma imagem simples de um símbolo nacional, o Sabiá-Laranjeira (Turdus rufiventris) .
Obs: A imagem original do sabiá característica do LE 5.0 foi gentilmente cedida, exclusivamente para este projeto, pelo fotógrafo GETTER ARI ULYSSES DOS SANTOS. Além de ceder a imagem, o autor permitiu sua alteração e manipulação para a composição gráfica do papel de parede. 

Ainda não está disponível o download para todos os co
mputadores disponíveis nos laboratórios do Proinfo, mas já vale ir testando para saber as modificações. Faça o download em

http://linuxeducacional.c3sl.ufpr.br/instalacao.html

Fonte: http://linuxeducacional.c3sl.ufpr.br/versao.html

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

ENTENDENDO A INFORMÁTICA EDUCATIVA

Entendendo a Internet 

Nós podemos dizer que a Internet é como uma grande biblioteca, onde tudo está catalogado de alguma forma, para que seja fácil encontrarmos aquele livro, ou neste caso aquele site da web, que desejamos.Se você compreende como funciona uma biblioteca, você também pode entender como funciona a estrutura da Internet.
Os sites da web são como os livros de uma biblioteca. Assim como os livros, esses sites contém partes específicas, capítulos e páginas, que na Internet são as páginas da web.
A homepage é a página inicial de um site, ou seja, ela funciona como o índice de um livro, aquela parte onde vamos chegar em qual página está o assunto que nos interessa. Na homepage haverão links para as diversas páginas do site, e essas páginas podem conter imagens, gravuras, gráficos, tabelas, exatamente como em um livro ilustrado.
Na Internet, ainda é possível encontrar animações, áudio e vídeos nas páginas da web, uma coisa impossível de se conseguir em um livro! Outra vantagem de uma página da web é que ela pode ser acessada de qualquer lugar do mundo. Se você armazenar conteúdos em uma página da web, as pessoas terão acesso a ela em casa, na escola, ou em qualquer lugar onde possam ter acesso a Internet.
Cada página da web tem um endereço único, chamado de URL, uma abreviação do inglês Uniform Resource Locator, ou seja, Localizador Uniforme de Recursos. Isso quer dizer que com um endereço de URL de uma página da web podemos localizá-la.
Esse endereço é sempre uniforme, seguindo o seguinte padrão:
A estrutura da Internet permite que você 'pule' de uma página da web para outras, através dos links, ou hyperlinks. Hyperlinks entre duas páginas da web são construídos usando-se o endereço da página contido na URL. 
Fonte: Curso Proinfo

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

CONHECENDO A INFORMÁTICA EDUCATIVA

Apresentação


Estamos vivendo em um mundo em constantes mudanças. Essas mudanças foram aceleradas nos últimos dez anos, principalmente pelos avanços científicos e tecnológicos que, juntamente com as transformações sociais e econômicas, revolucionaram as formas como nos comunicamos, nos relacionamos com as pessoas, os objetos e com o mundo ao redor. Encurtaram-se as distâncias, expandiram-se as fronteiras, o mundo ficou globalizado. As novas mídias e tecnologias estão relacionadas com todas essas transformações.

TIC na educação
 
O advento das TIC revolucionou nossa relação com a informação. Se antes a questão-chave era como ter acesso às informações, hoje elas estão por toda parte, sendo transmitidas pelos diversos meios de comunicação. A informação e o conhecimento não se encontram mais fechados no âmbito da escola, mas foram democratizados. O novo desafio que se abre na educação, frente a esse novo contexto, é como orientar o aluno a saber o que fazer com essa informação, de forma a internalizá-la na forma de conhecimento e, principalmente, como fazer para que ele saiba aplicar este conhecimento de forma independente e responsável.

Compreender as diferentes formas de representação e comunicação propiciadas pelas tecnologias disponíveis na escola, bem como criar dinâmicas que permitam estabelecer o diálogo entre as formas de linguagem das mídias, são desafios para a educação atual.
Fonte: Formação Proinfo



terça-feira, 29 de maio de 2012

A HISTÓRIA DA ÁFRICA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA EM SALA DE AULA

Considerações no contexto de formação[1]
A valorização da cultura afro no espaço escolar também
é atribuição docente.
A aprovação da Lei 10639/2003, que instituiu os trabalhos com a história e a cultura africana no currículo escolar, suscitou uma série de debates a cerca do conteúdo, das competências e habilidades demandadas por esse dispositivo legal. Requereu-se das escolas, e dos docentes, um novo posicionamento frente à temática. No entanto, são muitos os desafios que se interpõem a uma efetiva prática docente no sentido de tornar a Lei exequível. Reconhece-se, todavia, a disposição da Lei em impor um deslocamento da visão simplista com que se tem pensado a questão negra no Brasil em favor de um posicionamento que reconheça o papel do negro na constituição do país; que torne visível o racismo, para poder combatê-lo; que reconheça toda a diversidade cultural, e a contribuição das matrizes africanas para com essa diversidade. Nesse sentido, ao se propor essa temática como foco de discussão para esse nosso encontro se pretende que aqui, no encontro de professores e professoras da área de história, possamos problematizar a nossa prática e, ao mesmo tempo, formular pressupostos de superação dos dilemas relacionais à questão negra na sala de aula.
Marc Ferro (1983) afirma com muita propriedade que “a imagem que fazemos de outros povos, e de nós mesmos, está associada à história que nos ensinaram quando éramos criança”, segundo o historiador, essa história ensinada desde cedo “nos marca para o resto da vida”. É evidente, portanto, que a forma como a sociedade brasileira pensa o negro em nosso país está relacionada com a nossa própria prática de ensino, como ensinamos nossos discentes, inclusive negros, a pensar o negro. Nesse sentido, várias são as questões que poderiam ser propostas para a problematização da nossa prática pedagógica. De início, é preciso admitir que a Lei 10.639/2003 foi criada num contexto de política afirmativa, ou seja, a sua edição visou, antes de tudo, corrigir uma falha do próprio sistema de ensino que, na visão dos seus idealizadores, tinha uma dívida histórica para com os afro-descendentes. E essa dívida, verdade seja dita, foi construída com a nossa contribuição, historiadores que, mais de uma vez, fomos envolvidos num projeto de nação pensada a partir da Europa. 
Um dos aspectos a ser debatido diz respeito aos padrões estéticos.
É preciso valorizar a beleza negra. É preciso deixar o negro aparecer.
Para Ciro Flamarion Cardoso (1988), até a primeira metade da década de 80 do século XX a história fazia uma representação marginal do negro. Analisando os trabalhos de historiadores como Caio Prado e Celso Furtado, em relação aos quais há quase uma unanimidade quanto a importância dos seus trabalhos para o entendimento da história do Brasil, Cardoso avalia que o negro aparece nessas escritas da história como acessório de determinados modelos de produção econômica. O ponto de partida, quando se fala do negro, não é o negro enquanto sujeito da história, mas o negro enquanto mão-de-obra, eixo temático das narrações históricas. Para o autor, houve uma tendência de explicação da produção econômica no Brasil, que empregava mão-de-obra escrava, como se a dinâmica em todos os lugares seguisse o mesmo padrão, variando apenas o tipo de atividade desenvolvida, e não os diversos contextos. Para ele, esse modelo de narração histórica deveria considerar, primeiramente “a diferenciação das estruturas produtivas baseadas no trabalho escravo”. (CARDOSO, 1988:35).
Para Cardoso (op. cit.) haviam graves lacunas na historiografia brasileira no que diz respeito ao escravo e à escravidão. As lacunas, por si, indicam uma tendência de marginalização da história da escravidão e do escravo. Não interessa os marginais. Interessa a economia e o colonizador; depois, com a independência e com a República, interessava o progresso e uma identidade nacional, livre desse mal que antes havia sido necessário. 
Estabeleceu-se a Lei como tentativa de reparação da dívida do próprio Estado para com milhões de brasileiros. Mas, como sabemos, uma coisa é a Lei, outra as possibilidades para a sua aplicação. Desse modo, duas questões se impõem: a formação docente do profissional da área de história e o material didático disponibilizado nas escolas para se trabalhar com essa temática. 
No que diz respeito à formação docente, nesse aspecto é deficiente porque somos professores eurocentristas porque nossa formação também o foi. O modelo de história antiga, média, moderna e contemporânea segue a noção de progresso contínuo da civilização branca européia; e depois, essa forma de pensar a história no espaço acadêmico foi transposta para o espaço da sala de aula, de modo que seguimos, em nossas aulas, o mesmo modelo de ensino que, salvo poucas exceções, nos foi imposto durante a nossa própria formação. 
Especialista em estudos afro, Munanga Kabengele (2005) considera que a formação de professores que não tiveram em sua base de formação a História da África, a cultura do negro no Brasil e a própria história do negro de um modo geral se constitui no problema crucial das novas leis que implementaram o ensino da disciplina nas escolas. E isso não simplesmente por causa da falta de conhecimento teórico, mas, principalmente, porque o estudo dessa temática implica no enfrentamento e derrubada do mito da democracia racial que paira sobre o imaginário da grande maioria dos professores.
Muito reproduzida nos livros didáticos, essa imagem que inferioriza
o negro possibilita a discussão sobre sua função enquanto mediadora
de aprendizagem.
No que diz respeito aos livros didáticos e a forma como abordam a história e cultura afro, além circunscrever a temática a poucas linhas ainda a apresentam sob um viés europeu, bem próprio do que Edward Said chamou de orientalismo[2]. Esse ciclo, formação e material de apoio ao trabalho docente se fecha quando olhamos para a produção acadêmica que se põe como suporte à formação continuada. Nesse caso, existem vários artigos, livros e pesquisas que discutem a formação de professores (CATANI, 1997; BRZEZINSKI, 1996; BUENO; CATANI; SOUSA, 1998; PIMENTA, 1995; NÓVOA, 1992; PERRENOUD, 2002), mas muito pouco no que se refere à articulação desta com a Cultura e História Negra e Africana. Isto se deve ao fato de que cursos desta natureza ainda são incipientes no quadro educacional brasileiro e só passaram a ter relevância no momento em que obtiveram o status de obrigatórios, instituído pela Resolução nº 01/04 do CNE, que exige a inclusão da temática tanto na formação inicial como na formação continuada de professores. 
É preciso ponderar, no entanto, que se há uma dificuldade de acesso a informações escritas sobre a África, e sobre a própria história cotidiana, e de resistência dos negros no Brasil (CARDOSO, 1988:41), então vias alternativas fazem-se necessárias. O conhecimento da história e valorização da cultura afro só se desvela a partir de fontes e leituras alternativas. Só se acessa a história dos marginais (SCHMITT, 2001) quando há uma alteridade que desloca a oposição do seu nível hierárquico para um novo sentido em que a descoberta da diferença não implique juízo de valor. 
Toda sociedade tem, em seu interior, os seus marginalizados, aqueles aos quais se nega o direito à história. Assim, quando se tem como objeto os negros, ou uma minoria, a temática em questão é a história marginal, porque foram excluídos da história. A resignificação da nossa prática, o que também pode ser feito a partir desses momentos formativos, deve contribuir para com a visibilidade destes segmentos negados pela tradição histórica.
Bibliografia:
BRZEZINSKI, Iria. Pedagoga, pedagogos e formação de professores: busca e movimento. Campinas: Papirus, 1996. 
BUENO, Belmira Oliveira; CATANI, Denice Barbara; SOUSA, Cyntia Pereira. A vida e o ofício dos professores: formação contínua, autobiografia e pesquisa em colaboração. São Paulo: Escrituras Editora, 1998.
CARDOSO, Ciro Flamarion. A escravidão no Brasil: novas perspectivas. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 1988.
CATANI, Denice Barbara. (Org.) Docência, memória e gênero: estudos sobre formação. São Paulo: Escritura, 1997.
FERRO, Marc. A manipulação da história no ensino e nos meios de comunicação. São Paulo: Ibrasa, 1983.
NÓVOA, Antônio. Formação de professores e profissão docente. In: NÓVOA, Antônio. Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992. 
PERRENOUD, Philippe. A prática reflexiva no ofício de professores: Profissionalização e Razão Pedagógica. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.
PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? São Paulo: Cortez, 1995.
MUNANGA. K. Lei 10.639/03: depoimento. In: CASTRO, Fabio de. Entrevista. São Paulo: 2005. Disponível em: . Acesso: 29 abr. 2012.
SCHMITT, Jean-Claude. A história dos marginais. In: LE GOFF, Jacques.  A História Nova. São Paulo: Martins Fontes, 1993.


[1] Texto elaborado para o 3º encontro de 2012 dos professores em formação, 4ª ure, Marabá. Também disponível em: www.amigodahistoria.blospot.com.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Normas de Funcionamento Laboratório de Informática

E.E.E.M. MACÁRIO DANTAS

NORMAS DE FUNCIONAMENTO
DO
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

São Geraldo do Araguaia - Pa, 24 de fevereiro de 2010.


LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
POLÍTICA DE FUNCIONAMENTO

O Laboratório de Informática constitui uma importante infra-estrutura e funciona como instrumento de apoio para as atividades  desenvolvidas na escola.
O Laboratório de Informática da E.E.E.M. Macário Dantas oferece espaço e equipamentos de informática e multimídia para atividades de ensino, pesquisa e extensão, que visem especificamente:
·         Estimular e promover o conhecimento das tecnologias informatizadas aplicadas à comunicação e ao aprendizado em geral dos alunos;
·         Desenvolver projetos de pesquisa individuais ou coletivos;
·         Promover a interação das atividades desenvolvidas na escola;
·         Dar o suporte aos conteúdos trabalhados nas disciplinas;

1 – Horário de Funcionamento
O horário de funcionamento turno da noite:
Segunda a Sexta-feira: entre das 19:00h às 22:00h
 
Durante este horário a sala tem sempre a assistência de um coordenador.
 
2 – Área de Trabalho

1.         O uso do laboratório deverá ser agendado com antecedência, na Coordenação do laboratório;
2.         Todo usuário do laboratório deverá obedecer ao cronograma de agendamento para  utilização do laboratório,  
3.         É proibido a todos os usuários copiar os softwares existentes no laboratório, bem como seus discos de instalação, exceto aqueles que são de Domínio Público;
4.         É proibida a utilização de softwares de jogos;
5.         É proibida a divulgação da senha de acesso (password) específica do usuário para outros;
6.         É proibida a utilização do laboratório para efetuar trabalhos de natureza particular;
7.         É proibido alimentar-se no laboratório, bem como portar alimentos;
8.         É proibido aos usuários  utilizar o computador servidor;
9.         É proibido aos usuários e monitores modificar as instalações físicas do laboratório;
10.     É proibida a retirada de qualquer hardware ou software do laboratório sem autorização por escrito da coordenação.
11.     Não é permitido utilizar qualquer destes recursos para fins ilegais ou criminais;
12.     Todos os usuários são responsáveis pelo uso correto dos equipamentos (hardware e software) e da rede;
13.     Qualquer usuário que encontrar um possível problema de segurança é obrigado a reportar  ao coordenador;
14.     .O usuário deve estar ciente que os coordenadores  fazem checagem periódicas de segurança, incluindo-se verificação de senhas.
15.     Mensagens de correio eletrônico são particulares. Qualquer tentativa não autorizada de ler e-mail alheio será tratado com o máximo rigor;
16.     Não é permitido o uso da conta de e-mail para o envio de spam (e-mail não solicitado enviado a um grupo de pessoas, contendo em geral propaganda ou convites para participação de pirâmides. Mensagens inúteis de alerta (como os "vírus de e-mail") também serão punidas;
17.     Não é permitido o uso dos recursos para o armazenamento e divulgação de informações ilegais (do tipo "como fabricar bombas caseiras" ou falsificar cartões de crédito). O mesmo se aplica à material de teor pornográfico;
18.     O usuário deve estar ciente que suas ações podem ser monitoradas caso haja suspeitas de mal-uso dos  recursos;
19.     Não é permitido a instalação, uso e divulgação de softwares ilegais, ou não
licenciados, nas estações do laboratório;
20.     O laboratório só poderá ser utilizado com a presença do coordenador ou na sua falta pelo professor(a) ou equipe técnica da Escola, que se responsabilizará pela utilização adequada do ambiente.

3 – Problemas
Todo e qualquer problema deve ser comunicado, de imediato, ao coordenador, com vista à resolução do mesmo com a maior brevidade possível.

4 – Cumprimento das Normas       
            O NÃO cumprimento destas normas pode levar à proibição da utilização do Laboratório de Informática.
5– Disposições Gerais
Os casos de omissão serão resolvidos pela Direção da Escola juntamente com a coordenação do Laboratório.



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Marcilene Boges da Silva cardoso
Diretora


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Silvio Charles P. Marinho
Coordenador Laboratório de Informática.